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3DS da nitendo, Funciona mesmo sem óculos?

Posted by wetinsilva em janeiro 21, 2011


Gamer.BR, por Pablo Miyazawa – por dentro do mercado brasileiro de games 20/01/2011 – 18:12

Nintendo 3DS: e o 3D, funciona mesmo? Compartilhe: Twitter Ressaca de Nova York com frio. Que tal? Ontem, a Nintendo fez seu lançamento oficial do Nintendo 3DS para as Américas. O mesmo evento foi realizado em Amsterdã (Holanda) ontem também, destinado para o mercado europeu. E ambos eventos, foi mostrado praticamente a mesma coisa: recursos do aparelho, data de lançamento, preço e jogos. E para nós, brasileiros, houve a novidade de que o 3DS terá menus em português – um fato inédito em se tratando de consoles da Nintendo no Brasil.

Leia aqui a cobertura sobre o lançamento do Nintendo 3DS para a Rolling Stone Brasil.

Os games estavam lá e podiam ser experimentados por quanto tempo fosse necessário. Mas eu, assim como meus colegas brasileiros (estão aqui o Bruno Vasone do IG, o Gustavo Petró do G1, o Théo Azevedo e o Claudio Prandoni, do UOL, o Jefferson Kayo e o Artur Palma do GameTV, a Paula Romano da EGW, entre outros) não conseguimos testar os games por muito tempo. O motivo? Vista cansada. Não, não estamos tão velhos assim. É que jogar os games em 3D exige uma atenção maior dos olhos, assim como um posicionamento bem específico do portátil diante do rosto (isso varia de pessoa para pessoa. Jogadores míopes que usam óculos talvez tenham mais dificuldade de focar a imagem e observar o efeito tridimensional – meu caso. Esse esforço pode significar um cansaço mais acentuado do que em pessoas com a vista perfeita).

A Nintendo relativizou a questão e disse que sempre é possível utilizar o botão localizado do lado direito da tela para regular a intensidade do 3D, ou mesmo desligá-lo totalmente. Mas aí, qual seria a graça de jogar o 3DS? O ideal seria que o efeito tridimensional não nos fosse agressivo aos olhos e que se comportasse de maneira idêntica para qualquer tipo de usuário. Mas acredito que, à medida que mais jogos forem lançados, melhor se tornará a ilusão do 3D. Como estamos falando dos primeiros games para o console (alguns deles nem estão prontos ainda), certamente veremos melhorias nesse sentido. Espero que sim, pelo menos. No mais, a sensação de profundidade simulada proporcionada pelo Nintendo 3DS é inegável e eficiente. Em alguns jogos, o efeito funciona de maneira incrível, oferecendo recursos que transformam a experiência e colaboram com a imersão total do jogador. Em The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D, por exemplo, é absurdo o quanto o 3D enriqueceu os cenários do game originalmente lançado para o Nintendo 64 no já distante 1998.

Dá a impressão de ser um game ainda melhor do que era, se é que isso é possível, tudo por causa do alto nível de detalhismo proporcionado pelo 3DS. Hyrule nunca esteve tão amplificada e palpável – explorar cada cantinho novamente ganhará um gosto todo especial mesmo para quem já fez isso exaustivamente no N64. Agora, em outros games, me parece que o efeito 3D é meramente cosmético e nada traz de novo para a jogabilidade (é ironicamente o caso de Zelda, mas o 3D agregou valor ali, e não o contrário). A versão 3DS de Pro Evolution Soccer 2011 trata-se do jogo para PSP com o efeito tridimensional embutido, o que mais confunde do que ajuda. Não vi nada de mais em Nintendogs + Cats também, fora o fato de os bichinhos vez em outra se debruçarem na beirada da tela para pedir carinho, o que proporciona uma sensação bacana de “awnnnnnnnn”, mas não tão enlouquecedor como se esperava.

Em Super Street Fighter IV 3D, é possível jogar em um modo “dinâmico”, no qual a câmera fica em constante movimento atrás dos lutadores – o efeito 3D, no caso, torna a disputa um tanto mais confusa. Felizmente cada luta não dura mais do que poucos minutos, porque é sacrificante ficar com os olhos vidrados, tentando manter a vista na direção correta sem ficar estrábico ou sem perder o foco, literalmente. Só mesmo jogando para entender – infelizmente (e também para não passar a impressão errada), a Nintendo não permitiu filmagens diretas da tela com o efeito 3D ligado, nem mesmo fotos. Certamente é a coisa certa a ser feita, já que muito do trunfo do 3DS é a sensação que o jogador tem ao se deparar com a tridimensionalidade pela primeira vez. E é uma sensação que, garanto, não tem preço. No fator surpresa, é preciso admitir que a Nintendo dificilmente dá bola fora.

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